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Cinema

Tomando nota: Como a Marvel pode aprender algumas boas lições da DC?

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Os filmes do universo cinematográfico Marvel foram nada além de um absoluto sucesso em público, receita e até mesmo crítica. Um feito deveras impressionante considerando como a coisa toda foi originada.

A Marvel foi de certa forma uma entrante “atrasada” ao mercado de adaptações de histórias de super-heróis aos cinemas. Após experiências nada agradáveis durante as décadas de 1980 e 1990, ainda que produções não nativas da casa como Howard, O Pato – parcialmente produzido pela LucasFilm, estúdio do criador de Star Wars, George Lucas – e Capitão América, é mais do que compreensível a reserva da empresa quanto a reentrar um mercado cujas experiências anteriores não eram das melhores.

Mas com a cara e a coragem, a Marvel avançou seu projeto, e de forma quiçá até mais arriscada que as pioneiras Sony e Warner, que lançaram em suas empreitadas adaptações de obras muito mais estabelecidas, em Homem-Aranha, Batman e Superman.

Só que motivação para investir em algo como Homem de Ferro era grande, principalmente ao se considerar os aspectos financeiros e de público das peças que antecederam a adaptação aos cinemas do até então herói desconhecido do grande público. Juntos, os “pioneiros” arrecadaram 3,26 bilhões de dólares em bilheteria no mundo inteiro. Afinal, se tratavam de faces que já estampavam outros vários produtos, desde pôsteres de pessoas totalmente dedicadas ao universo de histórias em quadrinhos, até jogos de cassino online e fantasias de carnaval; e que por isso já tinham reconhecimento maior por parte do público.

O retorno de Homem de Ferro, apesar de não carregar a vantagem da popularidade de seus antecessores, acabou sendo tão grande quanto. Com os 585 milhões de dólares arrecadados em cima de um orçamento de 140 milhões, a receita de bilheteria veio acompanhada da confiança de que a Marvel estava dando um passo certeiro.

E o melhor de tudo: a adaptação abriu as portas para que Marvel começasse o seu grande plano de dominação cinematográfica. Plano esse que quiçá nem era antes imaginado, nem mesmo pelo mais otimista dos executivos da empresa!

Hoje, 11 anos após o lançamento do filme que não só ressuscitou a Marvel como também deu novo impulso a toda uma indústria que antes se encontrava adormecida. O último ciclo de obras foi fechado com êxito com Vingadores: Ultimato, filme que quebrou recordes estabelecidos há quase 10 anos como o filme mais rápido a atingir a marca de 2,5 bilhões de dólares em receita, com 20 dias contra 72 de Avatar; e o de maior arrecadação de bilheterias da história, ultrapassando novamente Avatar com 2,79 bilhões. No total, a Marvel fecha o arco de 3 fases com 23 filmes e 22,4 bilhões de dólares em receita de bilheteria.

Obviamente, a fonte de histórias em quadrinhos ainda não secou e a Marvel está muito engajada em continuar a explora-la. A chamada Fase 4 começa já no ano que vem, com a heroína Viúva Negra finalmente ganhando uma adaptação solo nos cinemas.

Ainda assim, a Marvel precisa ir além dos cinemas para continuar sua “dominação cultural”. É algo que eles já estão explorando com a introdução de novas séries de televisão inclusas até no anúncio da Fase 4 do universo de obras da empresa, com Wanda Vision e What If…? planejadas para lançamento na plataforma de streaming própria da Disney ao longo dos próximos dois anos.

E indo além das séries, talvez a Marvel possa buscar mais inspirações de suas concorrentes como a DC. Ela que já exerce um certo domínio sobre o mercado de televisões, também tem sobre a Marvel uma vantagem de expertise na exploração de imagem de seus super-heróis.

Nesse vão entre o último Vingadores e a nova fase de filmes e séries da Marvel, seria de bom grado não só para fãs mas também para a própria empresa criar mais fontes de renda. Seja por criações “in house” (“dentro da casa”, em tradução literal) ou com licenciamentos, a Marvel pode melhorar e muito sua situação no mercado para além dos cinemas. É só ter a humildade para aprender a lição de concorrentes que aprenderam a fazê-lo.

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Cinema

Em filme da Globo, Hebe Camargo diz que nunca trabalharia no canal

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O longa Hebe, A Estrela do Brasil deve mostrar um lado desconhecido de Hebe Camargo (1929-2012), bem como curiosidades a respeito da apresentadora, considerada a grande dama da televisão brasileira.

Em uma das cenas que dão o que falar no filme protagonizado por Andréa Beltrão, Hebe Camargo dispara que jamais trabalharia na Globo porque tinha medo de ser censurada pela emissora líder de audiência. A declaração surpreende, já que a Globo Filmes é uma das produtoras do longa, que deve virar, ainda, minissérie na emissora dos Marinho em 2020.

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Na sequência, Hebe Camargo havia acabado de pedir demissão da Band por sofrer pressão para parar de criticar políticos. Sem vontade de gravar o programa fora do ar, a apresentadora jogou o microfone no chão durante a última edição ao vivo e anunciou que não voltaria mais para aquele estúdio.

Em seguida, a loira sai para festejar com as inseparáveis amigas Lolita Rodrigues (Karine Teles) e Nair Bello (Cláudia Missura), enche a cara e canta Roberto Carlos num bar. Em seguida, as três comentam que a apresentadora já havia recebido convites da Record e do SBT.

Nair Bello, então, afirma que a amiga deveria migrar para a Globo, apoiada por Lolita Rodrigues. “Eu nunca ia poder ser eu mesma na Globo”, discursa ela, em argumento prontamente rejeitado pelas duas. “E eu não ia poder beber na TV”, continua Hebe, então ganhando a concordância das amigas.

Hebe Camargo nunca trabalho na Globo. A apresentadora estreou na Tupi e passou por Record, Bandeirantes, SBT e RedeTV. Em 2012, a loira chegou a ser recontratada por Silvio Santos, mas morreu dois dias depois.

O elenco de Hebe, a Estrela do Brasil conta ainda com Danton Mello (Claudio Pessutti, sobrinho da apresentadora), Caio Horowicz (Marcello, o filho), Daniel Boaventura (Silvio Santos) e Stella Miranda (Dercy Gonçalves), Felipe Rocha (Roberto Carlos) e Otávio Augusto (Chacrinha). A direção é de Maurício Farias.

FOTO: Divulgação/Warner Bros

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Cinema

História de Claudinho e Buchecha vai virar filme, musical e livro

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Os fãs da dupla Claudinho e Buchecha podem comemorar: a história dos cantores vai ser contada em um filme, um musical e um livro!

A informação foi confirmada pelo próprio Buchecha em suas redes sociais, um dia depois de o cantor anunciar a produção de um longa sobre a dupla.

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“Para quem ama teatro! Preparem-se, pois, antes do filme, vem o musical da dupla e ainda tem o livro! ‘Nossa história vai virar cinema, e a gente vai passar em Hollywood’”, comemorou.

A peça sobre Claudinho e Buchecha terá direção de Nado Grimberg e se chamará Só Love – O Musical. A estreia está prevista para novembro, no Rio de Janeiro, “mas pode se estender ao país inteiro”, completa o funkeiro.

Antes da estreia das produções, Buchecha tem compromisso marcado no Rock in Rio. O funkeiro é uma das atrações do Palco Sunset, no dia 5 de outubro, ao lado da Funk Orquestra, com Ludmilla e Fernanda Abreu.

FOTO: Reprodução

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Cinema

Jair Bolsonaro tenta vetar estreia de filme com Bruna Marquezine

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Bruna Marquezine causou ao surgir de topless e fumando maconha em sua primeira experiência no cinema, no filme Vou Nadar Até Você. No entanto, tudo indica que Jair Bolsonaro (PSL) não gostou nem um pouco do longa. O político tomou uma decisão drástica em relação à produção.

Depois de tomar ciência sobre o projeto, Jair Bolsonaro proibiu que o filme receba recursos da Agência Nacional de Cinema, a Ancine.

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De acordo com o Estadão, seria uma tentativa de vetar o lançamento de Vou Nadar Até Você no Brasil. Bolsonaro teria alegado que o filme “choca seus padrões morais” em cenas polêmicas.

Apesar da estratégia polêmica de Jair Bolsonaro, o diretor do filme, Klaus Mitteldorf, revelou que conseguiu concluir a produção do longa “por milagre”.

“O dinheiro que era para a pós-produção e o lançamento do filme foi bloqueado pela Ancine”, lamentou.

O filme conta a história de Ophélia, interpretada por Bruna Marquezine, que vive em busca do pai. Vou Nadar Até Você foi exibido no festival de Gramado e estreia em outubro nas salas de cinema brasileiras.

A tentativa de Jair Bolsonaro de censurar o filme não surpreende. O presidente já deu sinais de que não deve facilitar o repasse de recursos públicos a filmes que não sigam seus valores morais conservadores. Além disso, Bruna Marquezine é uma das famosas que mais se engajou na campanha Ele Não, contra o político.

FOTO: Reprodução

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Disney divulga trailer do live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’; confira!

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A Disney divulgou na última sexta-feira (23) o primeiro trailer da versão em live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’.

O vídeo mostra a cachorrinha Dama chegando ainda filhote na casa de seus donos. Depois, já crescida, ela surge conhecendo o Vagabundo.

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A sequência ainda conta com os cachorrinhos correndo juntos, vendo a cidade de longe e a famosa cena do jantar.

Charles Bean é o diretor e Andrew Bujalski assina o roteiro da produção. O filme será lançado em 12 de novembro o Disney+, a nova plataforma de streaming da empresa.

Confira o trailer do live-action de ‘A Dama e o Vagabundo’:

Foto: Divulgação/ Disney

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Cinema

Confira os lançamentos do cinema na semana de 19 a 25 de agosto

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De terror a comédia, descubra quais são os principais lançamentos do cinema na semana 19 a 25 de agosto!

O destaque vai para o Brinquedo Assassino, a nova versão de um dos clássicos de terror dos anos 2000. Nesta semana, também tem o lançamento de uma comédia brasileira e uma encantadora animação. Confira!

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Brinquedo Assassino

Andy (Gabriel Bateman) e sua mãe, Karen (Aubrey Plaza), se mudam para uma nova cidade. Preocupada com a dificuldade do filho em fazer amigos, ela dará um boneco tecnológico de presente em seu aniversário.

O problema começará quando o boneco Chuck, que tem inúmeras funções, como conversar com a criança, por exemplo, ficar possessivo com a criança. Ele fará de tudo para afastar Andy das pessoas que o amam.

Classificação indicativa: 16 anos | Gênero: Terror

Os Brinquedos Mágicos

Nessa história mágica, Nathan, que é um pequeno boneco infusor de chá, não consegue ganhar cor e é zombado pelos outros bonecos do local.

Mas, tudo mudará quando um robô do futuro aparecer na loja. Nathan embarcará em uma grande aventura em busca de respostas ao lado do novo amigo!

Classificação indicativa: Livre | Gênero: Infantil

Socorro, Virei uma Garota!

Na comédia nacional, Júlio (Victor Lamoglia) é um nerd praticamente invisível no colégio que é apaixonado por Melina (Manu Gavassi).

A vida dele muda quando ele pede para se tornar a pessoa mais popular do colégio. O motivo? Após o pedido ele se transforma em uma garota (Thati Lopes) que é a melhor amiga de sua grande paixão.

Classificação indicativa: 12 anos| Gênero: Comédia

Foto: Divulgação/ Imagem Filmes

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